Atentado contra Ana Hickmann: Polícia Civil pede pelo arquivamento do processo
Publicado em 17 de junho de 2016 às 15:55
'Pelas provas, a polícia acredita que Rodrigo, fã da apresentadora, queria matá-la', diz delegado
Caso Ana Hickmann: a Polícia Civil de Minas Gerais pediu o arquivamento do processo que envolve o assassinato de Rodrigo de Pádua, fã da apresentadora e que a fez refém em um quarto de hotel em maio de 2016
Flavio Grossi, delegado responsável pelo Caso Ana Hickmann, afirmou: 'Rodrigo de Pádua (fã da apresentadora) escolheu uma munição mais lesiva que uma munição comum'
Caso Ana Hickmann: processo será enviado agora ao Ministério Público. Ao lado da Justiça, o MP decidirá pelo arquivamento ou não. Giovanna Oliveira, cunhada da apresentadora, segue com uma bala alojada na perna
Caso Ana Hickmann: segundo perícia, Rodrigo de Pádua pesquisou na internet se uma arma calibre 22 era ou não mortal e buscou informações sobre o uso de detectores de metal em um hotel
Caso Ana Hickmann: Giovanna Oliveira, cunhada da apresentadora, foi baleada duas vezes quando o marido, Gustavo Corrêa, entrou em luta corporal com Rodrigo de Pádua, fã da artista
Ana Hickmann ficou com sintoma de stress pós-traumático após ser feita refém em um quarto de hotel de Belo Horizonte (Minas Gerais) com os cunhados, Gustavo Corrêa e Giovanna Oliveira
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Vinte e sete dias após Ana Hickmann ser feita refém por um fã em um hotel de Belo Horizonte, a Polícia Civil de Minas Gerais pediu o arquivamento do processo, nesta sexta-feira (17). Na tentativa de homicídio, Rodrigo de Pádua, admirador da apresentadora, acabou morto por Gustavo Corrêa, cunhado da artista, durante luta corporal. Giovanna Oliveira, mulher de Gustavo, foi baleada duas vezes e ficou internada até o último dia 2. Um dos projéteis segue alojado na perna da assessora.

Agora, o inquérito deve ser encaminhado à Justiça na próxima segunda-feira. Em seguida, o Ministério Público vai avaliar o processo e junto com a Justiça decidir se o caso será ou não arquivado. Segundo Flávio Grossi, delegado do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP) daquela capital, o jovem tinha, sim, intenção de assassinato. "Falar objetivamente que ele queria matá-la é um pouco ousado, mas pelas provas a polícia acredita que sim", afirmou.

Também foi realizada uma perícia no pen drive de Rodrigo. O objeto foi encontrado no quarto do admirador de Ana, que apresentou sintomas de stress pós-traumático. O laudo atestou que o jovem de 30 anos pesquisou sobre o uso de detectores de metais em hotéis e se uma arma de calibre 22 era ou não mortal. "Rodrigo escolheu uma munição mais lesiva que uma munição comum", explicou à imprensa. Na época do crime, Grossi já havia dito que o irmão de Alexandre Corrêa agiu em legítima defesa. Já a família do fã de Ana pediu justiça alegando que o rapaz não era um assassino.

(Por Guilherme Guidorizzi)

Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
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