Félix aconselhará o corretor a pedir novo exame de DNA, alegando que o primeiro teste foi feito as pressas. Ele irá sugerir ainda que Glauce colha o seu próprio material e troque a amostra com o novo teste de DNA de Paloma, para o resultado dar negativo. No momento da execução do plano, entretanto, ela será flagrada pela enfermeira Elenice (Nathalia Rodrigues), que ameaçará a enfermeira no banheiro do hospital. "Agora se deu muito mal, doutora Glauce. Esse frasco é a prova do que fez. Sua carreira acabou, doutora, eu estava desconfiada há muito tempo do seu caráter. Agora tenho provas", diz Elenice.
Irritada com a acusação, Glauce parte para cima dela e a empurra. Elenice cai e bate a cabeça no vaso. Ao ver sangue escorrendo pelo ouvido dela, a enfermeira constata, então, que ela está morta. Apavorada, ela procura Félix, que questiona: "Ninguém vai imaginar que você brigou com ela por causa de uma amostra de DNA. Você estava usando luvas, não estava?" Glauce diz que sim e ele comemora por ter sido o crime perfeito. Irônico, completa: "Não deixou impressões digitais sobre o corpo da pobre vítima, que Deus a tenha!".
Ainda assim, Glauce continua nervosa: "Mas eu devia ter pedido socorro. É o que vou fazer agora. Pedir socorro... Vou dizer que tropeçamos uma na outra... Que ela caiu por acaso". O vilão tira o telefone da mão dela. "Deixa de ser falsa. Se quisesse pedir socorro, teria pedido na hora. A infeliz morreu nas suas mãos, Glauce. Você é uma assassina. E da pior espécie, porque agora, depois de tudo, ainda quer se fazer de Madalena Arrependida", comenta Félix, que se oferece para ser o álibi de Glauce: Vamos deixar a enfermeira esticada no toalete até alguém encontrar o corpo. Vamos, vem comigo. Você só vai sair do hospital comigo pra todo mundo ver a gente junto. Eu sou o seu álibi. Vou dizer que fiquei com você todo esse tempo".
Quando a enfermeira agradece, o vilão não perde a oportunidade de se favorecer: Agora você está nas minhas mãos, querida! Definitivamente".