Sigmund Freud, psicanalista: 'O filho favorito mantém por toda a vida o sentimento de ser um conquistador'
Publicado em 6 de maio de 2026 às 16:09
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Durante a infância, as crianças interpretam gestos, afetos e reconhecimentos que podem influenciar sua autoestima posteriormente.
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Este conceito de Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise, ainda se mostra bastante relevante nos atuais debates sobre a parentalidade. Em sua obra, o icônico médico neurologista traça reflexões sobre como o papel dos pais e as primeiras impressões emocionais ocupam um lugar central.

Durante a infância, as crianças interpretam gestos, afetos e reconhecimentos que podem influenciar sua autoestima posteriormente. Ou seja, quando o favoritismo é manifestado dentro de casa, gera impactos a longo prazo.

FAVORITISMO COMO IMPULSO EMOCIONAL

Freud descreve a preferência parental como uma fonte de segurança interior. A criança que se sente valorizada e é validada por seus pais desenvolve mais confiança e enfrenta melhor seus desafios.

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Um dos principais erros da parentalidade ainda é tratar a criança como um ser humano incapaz de desenvolver ferramentas emocionais. Mas é, justamente, nessa fase que elas precisam ser aprimoradas, para que em um futuro próximo, consigam se conectar com os outros, manter a autoestima e se projetar com ambição.

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A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO PRECOCE

Freud destaca que as experiências da primeira infância deixam marcas profundas - e, muitas vezes, eternas. Por isso, o reconhecimento e a atenção dados às crianças influenciam a forma com elas se valorizam e, principalmente, se portam diante dos outros.

AS CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE RECONHECIMENTO

Para Freud, a falta de reconhecimento dos pais na infância acarreta em um sentimento de inadequação perante o mundo. Entre as principais consequências, estão baixa autoestima, dependência emocional e dificuldades nos relacionamentos.

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Claro que é impossível generalizar e é preciso tratar cada caso com atenção, mas é um padrão frequente: muitos adultos disfuncionais carregam bagagens emocionais ainda da infância.

(com informações do jornal argentino Todo Noticias)

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